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Segunda-Feira, 23 de Novembro de 2020

Ministro da Saúde chama Porto Velho de “estado”

Demonstrando falta de conhecimento da realidade do Norte do país, o ministro disse que virá a capital

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O ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, cometeu uma gafe no fim de uma entrevista exibida hoje pela CNN, ao chamar Porto Velho, capital de Rondônia, como estado, não cidade.

Ele chamou Porto Velho de estado ao citar locais que iria pessoalmente, nos próximos dias, para ver na prática o que está acontecendo em meio à pandemia do novo coronavírus. Segundo ele, a ida ao local será importante para “aprender algo que está acontecendo que está dando resultado”.

 

“A ida ao Acre tem a ver com a compreensão de que estados como Porto Velho, Acre ou Amapá ainda podem estar numa fase diferente de outros estados. Vamos pessoalmente levar que temos de funcional”, afirmou na entrevista.

Na entrevista, o ministro interino defendeu que triagens de brasileiros em locais diferentes do país são mais importantes para conter a epidemia do novo coronavírus do que o isolamento social. De acordo com o ministro interino, “quanto mais local de triagem tem, melhor”.

“Se na triagem for detectado que ele está com risco de covid, tem que ir para um médico. Tem que ter triagem no mercado, no hospital, para aferir temperatura, oxigenação, tirar a pressão, ver se tem ou não característica que ele deve ir ao médico”, disse.

Questionado se os estados e municípios teriam recursos para espalhar centros de triagens em locais por onde pessoas trafegam, Pazuello defendeu que há recursos.

“Se usar de maneira correta, a capacidade de montar uma triagem é muito simples. Precisa compreender a necessidade de fazer uma triagem robusta e rápida”, afirmou.

O isolamento social é a medida orientada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que tem sido criticada nas últimas semanas pelo governo federal. Para Pazuello, “a pressão americana e de outros países [contra a OMS] é para cobrar que melhore, seja mais transparente, para que a gente tenha mais segurança.

Fonte: UOL São Paulo

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