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Sexta-Feira, 27 de Novembro de 2020

Trio contratado pelo PCC para matar agentes penitenciários é preso em Porto Velho

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Dois homens e uma mulher foram presos na madrugada de ontem em Porto Velho, capital de Rondônia, sob suspeita de terem tentado matar, na noite de anteontem, um agente penitenciário que trabalha no presídio federal da cidade.
O presídio é um dos três federais que abriga membros da alta cúpula da facção paulista PCC (Primeiro Comando da Capital). Além de Porto Velho, há chefes da organização criminosa em Brasília e Mossoró (RN).

Segundo policiais federais entrevistados pela reportagem, o trio detido em Porto Velho foi contratado pelo PCC e tinha sob posse uma lista com nomes de quatro agentes penitenciários que deveriam ser assassinados.
Segundo a PM, os suspeitos afirmaram que por um mês ficaram planejando a ação criminosa, observando a movimentação dos agentes, inclusive em posse de uma cartolina com diversas placas de veículos anotadas pertencentes a estes servidores.
Para a ação, eles confessaram, ainda segundo a PM, que “todo equipamento utilizado no roubo (dois carros, duas pistolas e dois coletes à prova de balas) foi comprado com dinheiro enviado pelo PCC”.
Segundo nota da coordenação geral de inteligência do sistema penitenciário federal, obtida pela reportagem, cinco criminosos em um Fiat Siena dispararam diversas vezes contra um policial militar confundido com um agente penitenciário federal. Ninguém ficou ferido.
Na sequência, os criminosos fugiram e tentaram incendiar o carro. Policiais militares capturaram três deles. Outros dois fugiram. “A situação segue em apuração e as investigações em prosseguimento”, informou a coordenação geral de inteligência.
“Foi utilizado um perfil feminino em rede social para atrair a vítima. Também foi confirmado que os indivíduos já haviam levantado placas de veículos de alguns agentes, inclusive o diretor, e que o ‘modus operandi’ assemelha-se a ataques já ocorridos nas penitenciárias federais de Catanduvas e Mossoró”, complementou.
O órgão determinou “de forma equilibrada”, a “ampliação do estado de alerta por parte dos policiais penais federais”.

 

 

Fonte: Luiz Adorno e Flávio Costa UOL

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