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Segunda-Feira, 31 de Maio de 2021

Campanha para reduzir acidentes de trânsito é lançada em Porto Velho

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Com base nos dados coletados pelo novo sistema de regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que mapeia todas as ocorrências atendidas, a Prefeitura de Porto Velho realiza de 28 a 31 de maio uma campanha para reduzir os índices de acidentes de trânsito.

O levantamento feito nos primeiros 30 dias de funcionamento do novo sistema do SAMU, que está totalmente informatizado e é atualizado em tempo real, possibilitou a identificação com precisão dos pontos onde ocorrem mais acidentes na cidade, qual a gravidade e quais os veículos envolvidos.

Os dados apontam que 25% das ocorrências registradas pelo SAMU durante este mês estão relacionadas a acidentes de trânsito. A consequência de acidentes são os danos e custos para o cidadão e o município. São as sequelas, procedimentos pré-hospitalares, hospitalares, pós-hospitalares e os óbitos.

“O acidente pode provocar trauma leve, moderado, grave ou até a morte. Dependendo da situação, isso gera uma grande demanda no Pronto Socorro João Paulo II, nas UPAs e nas Unidades de Pronto Atendimento da Prefeitura”, explica Raymison Correia. É necessário provocar os demais órgãos públicos, segundo ele, para prevenir e diminuir essas estatísticas.

“Nosso serviço é pré-hospitalar de urgência e emergência. Às vezes há chamados que não configuram estes. Atendemos, mas a população precisa saber quando deve procurar a UPA, UBS e o SAMU”, disse.

Na segunda-feira (31), será realizado um “pit stop” na UPA da zona Sul, na rua Urtiga, bairro Nova Floresta, com distribuição de material educativo e panfletos com orientações sobre o trânsito e sobre os serviços realizados pelo SAMU.

COMITÊ

Ainda como parte da campanha, o SAMU vai acionar o Comitê Municipal de Segurança Viária para apresentar os dados coletados e programar um trabalho conjunto e de forma permanente, na busca de estratégias para reduzir as ocorrências nos locais de maior incidência.

“Vamos promover debates para que se construam ferramentas capazes de sensibilizar tanto a população quanto os órgãos públicos para as ações que deverão ser implementadas”, concluiu Raymison Correia.

Outras ações incluem a mobilização através dos meios tradicionais de comunicação (rádio e TV), mídia digital, redes sociais, associações de moradores, igrejas, comércios e os mais diversos segmentos da sociedade.

 

Fonte: Augusto Soares Fotos: Saul Ribeiro, Wesley Pontes e Leandro Morais

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