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Segunda-Feira, 23 de Novembro de 2020

Fhemeron pede mais sangue na campanha Junho Vermelho

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Apesar da crise mundial de saúde, a Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) não parou nenhum dia.

Nada melhor do que uma data mundial para despertar novamente a consciência da população. Assim, a Fundação irá lembrar o Dia Mundial do Doador de Sangue, domingo (14) próximo, mobilizando doadores na campanha Junho Vermelho, que acontece em todo o País.

Dados do Ministério da Saúde revelam que atualmente são feitas 3,4 milhões de doações de sangue ao ano no Brasil, o que indica a necessidade de aumento. O período da pandemia mundial do novo coronavírus causou reflexos negativos nos hemocentros de todo o Brasil. Não foi diferente com o Banco de Sangue rondoniense, que, além de socorrer acidentados, passou a ser fator decisivo no atendimento a transfusões de sangue em diversos hospitais, notadamente o Hospital do Amor da Amazônia, que trata pacientes com diversos tipos de câncer.

“A data foi criada para conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue, principalmente durante grandes eventos, feriados ou festividades nos quais a demanda por transfusão sanguínea pode aumentar em decorrência da elevação no número de acidentes”, explica a coordenadora de captação, Maria Luíza Pereira.

Conforme a coordenadora, bolsas de sangue ajudarão pacientes doentes, internados, em tratamento de anemia ou ainda quem sofreu algum acidente. “Uma única doação salva quatro vidas”, assinala Maria Luíza.

Ela atribui o período difícil à pandemia da Covid-19: “Muitos não voltaram mais aqui, e por isso continuamos com estoques em baixa: O+ tem muito pouco”.

Mesmo com as restrições, o apelo para a dedicação de todos ao Junho Vermelho anima de certa forma a Fundação. A campanha tem condições de aumentar os estoques nos hemocentros, acredita Maria Luíza.

ONDE É USADO O SANGUE

► O sangue doado é separado em diferentes componentes (hemácias, plaquetas, plasma e outros), e assim poderá beneficiar mais de um paciente com apenas uma unidade coletada.

 Os componentes são utilizados para atendimentos de urgência, a realização de cirurgias eletivas de grande porte e o tratamento de pessoas com doenças crônicas, tais como doença falciforme e talassemia, e doenças oncológicas variadas que necessitam de transfusão frequentemente.

JUNHO VERMELHO

► Para alertar as pessoas a respeito da importância de aumentar o número de doadores no Brasil, existe a campanha Junho Vermelho. Ela é originária do movimento “Eu dou sangue”, criado em 2015, e  visa envolver Governo e população para aumentar os estoques dos bancos de sangue.

► O mês de junho foi escolhido por dois motivos: um deles, porque no domingo (14) se comemora o Dia Mundial do Doador de Sangue. Outro, a praticidade: os meses mais frios (junho, julho e agosto) têm baixa de doações nos hemocentros. O fato de ser um período de férias escolares, ampliado ainda mais pela pandemia, contribui para a redução das bolsas.

COMO FAZER

 As cidades podem instalar iluminação vermelha em monumentos e prédios, da maneira como funciona o Outubro Rosa. É fundamental que as pessoas, empresas e instituições de saúde participem do movimento.

A população pode divulgar a campanha por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens e as organizações podem pensar em eventos voltados para a campanha. Poden ser feitas palestras a respeito da importância da doação e quem pode doar.

Fonte: Secom/RO

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