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Sábado, 06 de Marco de 2021

Equipes do Samu de Porto Velho recebem proteção extra para manter serviço com qualidade

Nos últimos meses atendimento de casos foi quatro vezes maior

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Em janeiro de 2020, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) recebeu 1.639 chamadas que resultaram em 684 ocorrências pré-hospitalares. Em janeiro de 2021 os números mais que quadruplicaram: foram 6.983 chamadas com 815 atendimentos pré-hospitalares. Destes, 438 casos estavam relacionados à pandemia de Covid-19. Para estar à altura deste desafio o órgão está sempre mudando para servir melhor. É com essa nova rotina que o Samu convive desde março do ano passado.
Para garantir a saúde dos servidores, todos saem para o atendimento utilizando equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que foram disponibilizados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).
Atualmente a equipe é composta por 150 servidores, entre médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, condutores, socorristas e a parte administrativa.
Na volta do atendimento externo todos têm que passar pela cabine de desinfecção, medida de precaução por conta da Covid-19.
“Precisamos estar preparados”, revela o técnico em enfermagem Fernando da Silva Cavalcante, que está há dois anos no Samu. Quando um uma pessoa tem suspeita da Covid-19 é feita uma avaliação clínica pelos profissionais que fazem o atendimento e esse paciente é levado para o serviço de referência, que pode ser público, como a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Sul, ou privado, caso o paciente seja conveniado.
Fernando já era do quadro da prefeitura, saiu da UPA da Zona Sul para o Samu, quando a oportunidade surgiu. Hoje, se orgulha ainda mais do serviço prestado à população da capital.
“É gratificante. A gente se sente muito feliz em estar ajudando. Às vezes somos a última esperança da pessoa. Abracei a causa. Estou muito satisfeito de ter vindo para cá”, afirma ele emocionado.
Há sempre pessoas que manifestam gratidão pelo atendimento, como Sandra de Sousa Patrício, que é cuidadora de crianças.
“Se não fosse o Samu, o meu sogro poderia chegar a óbito”, revela a trabalhadora. O caso aconteceu há dois anos. O sogro de Sandra sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e um infarto ao mesmo tempo e foi atendido.
“Sou grata ao profissional e ao Samu. Chegaram no horário, prestaram um ótimo serviço e tudo correu bem”, recorda Sandra.
Marcos César Ferreira da Mota, gerente do Samu, diz que o serviço precisou passar por adaptações por conta da pandemia.
“A Semusa disponibilizou todos os meios para que os nossos servidores possam evitar as contaminações”, resume.
No Samu 90% dos servidores já foram imunizados contra a Covid-19, segundo Francisca Nery, diretora do Departamento de Média e Alta Complexidades (Dmac) da Semusa. Mas a doença tirou a vida de um dos funcionários da unidade no ano passado. Odair José Simplício era motorista, foi contaminado pelo coronavírus e faleceu no dia 13 de maio de 2020. Conhecido no SAMU como “Montanha”, uma referência ao coração grande, cheio de amor e generosidade. Capaz de extrair o lado bom de qualquer situação. Dizia que os profissionais de saúde são anjos enviados por Deus, para socorrer as pessoas nos momentos de aflição.
ESTRUTURA
Atualmente o Samu tem sete unidades de suporte básico e duas unidades de suporte avançado. O sistema está apto a atender demandas como queimaduras, ocorrências de acidentes, afogamentos, problemas cardíacos e todas as situações consideradas de urgência e emergência, com risco de morte, sequelas ou sofrimento intenso.
Para acionar o serviço basta ligar para o telefone 192. As ligações são gratuitas para telefones fixo e móvel.

Fonte: SMC

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